Os sistemas de instrumentação (I&C) de uma central nuclear seguem uma hierarquia de proteção baseada na defesa em profundidade. Dentro dessa hierarquia, o sistema de limitação (PLS) atua como um nível intermediário, evitando que distúrbios operacionais evoluam para condições de risco. Se o PLS falhar em conter uma perturbação operacional e os limites de segurança da planta forem violados, um sistema da mais alta prioridade intervirá automaticamente para mitigar as consequências.
Nesse cenário, intervirá automaticamente o sistema
de controle automático que retoma a operação pois a falha do PLS significa que o controle básico é requerido.
de proteção do reator (RPS) que inicia o desligamento de emergência (SCRAM) devido à violação dos limites de segurança da planta.
de atuação manual pelo operador na sala de controle principal, cuja intervenção pode complementar a automática, mas não substitui a ação prioritária dos sistemas de proteção.
BAMOL (de limitação de movimento) que faz a limitação da reatividade já que ambos os sistemas são classificados como sistemas relacionados à segurança.
de supervisão operacional que registra a violação dos limites, mas não possui autoridade para bloquear a atuação do sistema de proteção do reator.