Considerando a visão do historiador Mário Maestri sobre a relação dos chefes farroupilhas, no conteúdo da constituição da república, que considerou “homens livres nascidos no território da república”, assinale a alternativa INCORRETA.
A constituição rio-grandense, na sua literalidade, inicia o processo de liberdade dos cativos natos ao considerar homens livres os nascidos na província, determinando o direito de votar nas eleições municipais aos escravos libertos da província.
A ideia de que o negro não é gente, não é cidadão da província, é clara na constituição republicana.
A constituição rio-grandense revelou a permanência da escravatura como uma pedra angular na organização social Farroupilha.
Conteúdo da constituição rio-grandense e decretos farrapos revelam que trabalhadores escravizados não eram dignos de usarem as cores republicanas.
Igual ao império, a República rio-grandense fundamentou a literalidade do seu conteúdo constitucional, na prática, pois a nenhum escravo liberto foi concedido o direito ao voto.